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14/10/2015

Japão: onde até a fast food é futurista

Em Agente Carter Lindsy Fonseca é garçonete em um restaurante frequentado pela mais edificante ainda Hayley Atwell. É um local misto, onde você tem gente servindo mas também uma parede com compartimentos self-service. É um Automat, uma invenção alemã do final do Século XIX que fez sucesso por muito tempo.

A idéia era baratear o custo eliminando funcionários, o cliente montaria seu prato com as opções pré-existentes. Hoje temos os self-selv onde montamos o prato, mas como sempre o Japão está 200 anos adiante do resto do mundo. 

No ocidente o fast food é composto de receitas especialmente preparadas, não se “janta” hambúrguer e não se come paella no McDonald’s. Já no Japão se você quer sushi, sashimi e aqueles outros parangolés que tanta gente gosta mas não quer perder tempo nem pagar mais caro por garçons, pode ir num restaurante automático.

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Eles criaram uma estrutura com uma esteira sem fim, onde os pratos com as porções frescas passam pelas mesas. Se você quiser, é só esticar a mão e pegar. Nos mais sofisticados dá para pedir porções específicas via tela de toque, e receber por uma esteira expressa. A cobrança é feita por código de barras ou RFID.

É uma espécie de self service onde a comida vai até você. Eu adoraria um rodízio assim, com a carne passando em pratinhos, em vez de um garçom interrompendo a conversa a cada 30 s “aceita coração?” “Olha a maminha!” “Cupim, madame?”

Veja este vídeo que beleza. E nem falamos ainda de como isso evita desperdício. Como cada prato consumido ou não é acompanhado pelo sistema, sabe-se quais saem mais, quais são menos populares, em que época do ano e em qual filial do restaurante.

HONG CHIANG — Discover Japan-Conveyor Belt Sushi,Automatic Delivery/Self-Ordering System

Pelo Meio Bit.

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