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21/09/2015

Oito curiosidades sobre o churrasco gaúchoco

Como não falar de gaúcho sem citar churrasco? 

Prato típico do estado, o churrasco reúne uma legião de fãs no Brasil e no mundo, e possui algumas curiosidades sobre seu histórico e preparo. Para isso, o garçom da Churrascaria Montana Grill, Magnos Zanatta, gaúcho de Constantina e radicado na RMC há 12 anos, listou oito curiosidades sobre o churrasco degustado por seus conterrâneos. 

1 – Nome vazio, mas cheio de sabor: se um dia você estiver no RS e alguém te oferecer um Vazio, fique tranquilo. A carne, conhecida também como fraldinha, é uma das mais degustadas nas mesas gaúchas; 

2 – Acompanhamentos históricos: entre os mais tradicionais acompanhamentos do churrasco gaúcho estão pratos como arroz carreteiro, feijão tropeiro, maionese de batatas, entre outros. “Muito comum vermos em SP e outras partes comer churrasco com pão, e já adianto: isso também é feito entre meus conterrâneos”, afirma Zanatta; 

3 – Fartura no corte: Segundo Magnos, “em SP que existe esse corte mais fino da carne. No RS, o pedaço tem que ser generoso e suculento, para que o sabor seja bem aproveitado”; 

4 – Dicas para uma carne bem feita: matéria prima de boa procedência, temperatura de armazenamento, quantidade de sal e temperatura do fogo. São diferenciais que, se bem executados, podem garantir mais sabor à carne. “Sabia que o ideal é assar a carne quando a brasa estiver bem vermelha, e não na labareda? Além disso, a distância entre a grelha e a brasa fazem toda a diferença na hora de assar”, ressalta; 

5 – Chimarrão e carne combinam sim: a tradicional roda de chimarrão feita entre os gaúchos é conhecida e copiada em várias partes do Brasil. No RS, além de ser feita para degustar o mate, também é realizada antes de iniciar o churrasco, já que a erva abre o apetite; 

6 – Tempo de assado: “há diferentes tempos para diferentes tipos de carne. Uma costela, ou ponta de peito como chamamos, fica de 6 a 7 horas no fogo para ficar pronta. Já uma picanha ou uma fraldinha, de 5 a 7 minutos ou 10 minutos, respectivamente”, explica Zanatta; 

7 – Rodízio? A ideia surgiu nos Pampas: segundo o gaúcho, a história contada no site da Achuesp (Associação das Churrascarias do Estado de São Paulo), tem muito sentindo. “Antigamente, cada corte de carne era oferecido individualmente, como prato único. A história conta que em uma churrascaria do sul, o sistema nasceu por causa de um atrapalhado garçom. 

Ao entregar as carnes às mesas, ele trocou os pedidos, oferecendo a picanha a quem havia pedido costela, a maminha a quem solicitou o cupim e assim por diante, generalizando a confusão. Para acalmar o ânimo dos clientes, o dono da churrascaria, resolveu passar todas as carnes em todas as mesas e cobrar um preço único pelo almoço. Estava descoberto o rodízio, um sistema de sucesso e que agrada a todos”; 

8 – Sobremesas? Pode trazer: Zanatta diz que entre as sobremesas mais pedidas pelos gaúchos para degustar após o churrasco estão o pudim e o sagu de vinho  “Além desses, pêssego em calda e doces em compotas são muito bem-vindos para comer depois de todo o rodízio de carne”, finaliza o gaúcho.clique aqui

 

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